sábado, 29 de novembro de 2008

Voltando a ser criança

Na quinta feira estive presente na "formatura" de alfabetização do meu único sobrinho por enquanto. Não entrandona questão de validade prática deste evento, posso afirmar que tive várias sensações boas.

Claro que duas horas sentado vendo crianças tentando mostrar o que ensaiaram durante algum tempo, porém que já não lembram mais, é um pouco entediante, porém se analisado de uma forma profunda e com a sensibilidade que o momentomerece, remete o cidadão para a sua infância, e foi isto que aconteceu comigo.

A constatação triste é que as músicas infantis utilizadas atualmente são as mesmas da minha infância, que por sinal já passou a 20 e poucos anos, isto significa que não houveram crianças cantando pra crianças, muito menos grupos comotrem da alegria e balão mágico.

O gostoso da noite foi a viagem no tempo, e até mesmo as sensações que brotaram naqueles momentos, os cheiros característicosdas escolinhas que passei, os momentos de apresentação num palco, e não adianta! Você invariavelmente compara momentos, chegueia lembrar nesta viagem da primeira apresentação para os pais incluindo todos os sentimentos em relação a um show 21 anos depoisno vale do anhagabaú para 35 mil pessoas. E com estes exemplos você olha para trás e vê onde chegou! Não na questão sociale sim na questão pessoal as batalhas que você venceu.

É apesar das situações atuais uma cápsula de ânimo foi ingerida por este cara que escreve, e posso ter certeza a vida estaai para ser vencida!

Um ótimo fim de semana para todos, e nas dificuldades lembre-se que mesmo quando era criança elas já existiram e nestes momentos pareciam enormes, mas você as superou!!!

Abaixo a foto junto com meu sobrinho, que segundo as boas línguas poderia perfeitamente ser confundido com meu filho, vai vendo! hahaha


Pôster animado de "O Exterminador do Futuro - Salvação" traz Los Angeles destruída

Foi divulgado nesta semana o segundo pôster do filme Exterminador do Futuro – Salvação, quarto filme da série que deve ser lançado no Brasil em junho de 2009 sob a direção de McG ("As Panteras").

Trata-se de um cartaz animado, que começa com um mapa de Los Angeles datado em 2009 e avança para 2018 com uma cidade atacada por bombas e mísseis. Em seguida, é exibida a mensagem: "o começo do fim".

Advogados

O advogado e o pastor
Um pastor de ovelhas estava cuidando de seu rebanho,quando surgiu pelo inóspito caminho uma Pajero 4x4 toda equipada.

Parou na frente do velhinho e desceu um cara de não mais que30 anos, terno reto, camisa branca Hugo Boss, gravata italiana, sapatos moderníssimos bicolores, que disse:- Senhor, se eu adivinhar quantas ovelhas o senhor tem, o senhor me dá uma?- Sim, respondeu o velhinho meio desconfiado.

Então o cara volta pra Pajero, pega um notebook, se conecta,via celular, à internet, baixa uma base de dados,entra no site da NASA, identifica a área do rebanho por satélite, calcula a média histórica do tamanho de uma ovelha daquela raça, baixa uma tabela do Excel, executando macros personalizadas, e depois de três horas, diz ao velho:- O senhor tem 1.324 ovelhas e quatro podem estar grávidas.

O velhinho admitiu que sim, estava certo, e como havia prometido, poderia levar a ovelha. O cara pegou o bicho e carregou na sua Pajero.

Quando estava saindo, o velho perguntou:
- Desculpe, mas se eu adivinhar sua profissão, o senhor me devolve a ovelha?

Duvidando que acertasse, o cara concorda.- O senhor é advogado !! - Falou o velhinho...- Incrível! Como adivinhou?- Quatro razões:* Primeira: pela frescura;* Segunda: veio sem que eu o chamasse;* Terceira: me cobrou para dizer algo que já sei.* E quarta, nota-se que não entende merda nenhuma do que está falando: Devolve já o meu cachorro!!!

Inscrições abertas para o 10º Prêmio de Criatividade em Rádio

Estão abertas as inscrições para a décima edição do Prêmio Criatividade em Rádio, oferecido pelo Grupo dos Profissionais de Rádio (GPR). O objetivo é premiar as agências e profissionais que tenham aproveitado o meio rádio para a realização de campanhas e ações criativas e eficazes.
Podem participar agências de todo o País que tenham veiculado campanhas nas rádios durante todo o período de 2008. Serão escolhidas as melhores ações em cada uma das seguintes categorias de anunciantes: Comércio e Varejo; Consumo Pessoal; Mercado Financeiro; Cultura Turismo e Entretenimento; Consumo Doméstico e Moradia; Consumo Automotivo; Produtos Tecnológicos; Campanhas Públicas e/ou Governamentais; Imagem Corporativa e Serviços Privados; Campanhas Sociais e Terceiro Setor, e Agronegócio.


As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de janeiro. O regulamento completo e a ficha estão disponíveis no próprio site da premiação.


Site da Premiação: http://www.gpradio.com.br/

Claro inaugura primeira loja "vermelha"

A Claro inaugura nesta sexta-feira, 28, sua primeira loja da nova geração "vermelha", cor que a operadora adotou como símbolo de sua comunicação. A idéia é convidar os consumidores a terem uma experiência tecnológica, oferecendo a "degustação" de produtos e serviços.

A intenção como espaço no shopping Morumbi é que, além de um canal de vendas, a loja seja um meio para o consumidor vivenciar se aproximar de marca. A mudança nas demais lojas da operadora será feita gradualmente.

Mídias novas e antigas fazem bem umas às outras, diz Huffington

As novas e velhas mídias podem entrar em choque e excluir-se mutuamente, mas, em um livro novo, a blogueira famosa Arianna Huffington argumenta que os dois mundos estão se aproximando rapidamente para reforçar o que cada um tem de melhor.

Jornalistas tradicionais vêm escrevendo blogs, enquanto blogueiros estão ganhando credibilidade e status na mídia tradicional, disse Huffington, em entrevista à Reuters, antes do lançamento de "The Huffington Post Complete Guide to Blogging."

Publicado pela editora Simon & Schuster, o guia para blogueiros oferece dicas sobre como começar e como ser notado, além de opiniões da própria Ariana Huffington, criadora de um dos sites mais influentes da Internet que ganhou destaque ainda maior durante a corrida à Casa Branca deste ano.

"Existe uma convergência real", disse ela. "Basicamente, descobrimos que os materiais melhores e mais exatos sobem para o topo, quer se originem da revista Time ou do 538.com de Nate Silver, que não existia antes da eleição".

O site 538.com colheu e analisou dados políticos e relativos às pesquisas de intenção de voto.

"A convergência vai continuar a crescer - como vimos neste período eleitoral - dentro de dois ou quatro anos, estou certa", acrescentou. "Os dois tipos de mídia têm que dividir o poder."

Milhares de amadores

O blog Huffington Post, ou HuffPo, como é conhecido, fez experimentos com jornalismo cidadão em seu setor "Off the Bus", em que milhares de amadores escreveram relatos da campanha eleitoral.

Um dos maiores momentos do HuffPo aconteceu quando um colaborador voluntário gravou o então candidato Barack Obama num evento de levantamento de fundos fechado à imprensa, dizendo que os moradores de cidades pequenas ficam amargos e "se agarram às armas ou à religião".

Na introdução do livro, Huffington escreveu: "O blogging vem sendo o maior avanço no jornalismo popular desde Tom Paine". O panfleto "Bom Senso". escrito por Paine em 1776. ajudou dramaticamente a promover a causa da independência americana.

O livro também tem seus momentos mais leves. Uma seção intitulada "Por que Você Escreve um Blog?" traz as respostas "para não parar no hospício" e "como substituto de uma terapia".

Embora Arianna Huffington defenda a boa vontade em relação à velha mídia, ela toma partido em favor dos blogs.

"A imensa maioria dos jornalistas da imprensa convencional segue na direção apontada pelos editores", diz ela na introdução do livro. "Já os blogueiros saem armados com uma garantia de acesso muito mais eficaz do que uma credencial de imprensa da Casa Branca: a paixão."

Instantaneidade e transparência

O livro alardeia a instantaneidade e a transparência dos blogs, quando comparado à mídia tradicional. Menciona alguns dos problemas que os blogs têm com padrões de reportagem e fraqueza de suas fontes, mas apenas por alto, concentrando-se, em vez disso, nos benefícios pessoais e políticos garantidos pela presença de uma multidão de vozes online.

As novas mídias não podem substituir as velhas por inteiro, nem dar os mesmos resultados que o jornalismo investigativo de valor comprovado ao longo do tempo, diz a autora.

A escritora e roteirista Nora Ephron, uma de várias colaboradoras do HuffPo, descreve no guia como descobriu a diferença entre escrever num blog e escrever para revistas ou livros.

"Uma das razões de se escrever num blog é iniciar a conversa e criar a comunidade que se reúne para falar brevemente sobre coisas que talvez não falaria se você não escrevesse seu blog", escreveu Ephron. Mas o mais importante, segundo ela, é que "fazer um blog permite que qualquer pessoa tenha voz, mesmo sem ter acesso à Reuters ou à revista Time, e é isso que é realmente significativo."

"As novas mídias vão continuar a dar voz às pessoas que de outro modo não teriam voz, e isso é algo que não vai desaparecer", disse ela.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Texto do Neto, diretor de criação e sócio da Bullet, sobre a crise mundial.

Vou fazer um slideshow para você.
É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.

Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.
Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ONG, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.

É uma pena que esse texto só esteja em blogs e não na mídia de massa, essa mesma que sabe muito bem dar tapa e afagar.

Se quiser, repasse, se não, o que importa? O nosso almoço tá garantido mesmo...